
Com o fim do ano, o fim do campeonato, o fim dos assuntos quentes a comentar e a chegada das festas, o que me resta para este último texto de 2010 são duas opções: ou eu faço um balanço – deplorável e já bem batido – de 2010, ou eu escrevo sobre as esperanças para 2011. Fico com a segunda opção.
Com esse texto, me despeço de 2010 e parto em viagem de fim de ano. Volto em 2011, e quando chegar, espero ler notícias boas como as que já têm saído: “Rudnei no Japão”, “Vandinho na Ponte Preta”. Essa é uma luz no fim do túnel, pra gente acreditar que nem tudo está perdido. Não sei se o presidente mudou de ideia ou se Mauro Galvão deu um soco na mesa, só sei que duas laranjas podres já foram jogadas fora.
Agora temos que reestruturar o elenco mantendo pelo menos um jogador deste ano em cada posição. É bem hipotético – quase impossível – que esse desejo se cumpra, até porque nas laterais e no ataque quem pode nos restar? Mas não podemos incorrer os mesmos erros cometidos esse ano. A diretoria não pode permitir mais um desmanche. Se em 2009 tivemos sucesso foi pelos pilares que mantivemos de 2008.
Desejo paz entre a diretoria e a torcida, desejo que o
Avaí respeite-nos e, assim, será respeitado. Desejo que o
Avaí cresça e apareça.
Então, mesmo que não me haja ondinhas pra pular nesse ano novo, vou comer muitas uvas pelo
Avaí. Vou pedir férias pra Nossa Senhora da
Ressacada, porque em 2011 não queremos precisar de mais milagres.
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