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Perdemos um jogador e ganhamos um torcedor!

E a trajetória de Eduardo Costa no Avaí como atleta chega ao fim, o jogador resolveu em comum acordo com a diretoria Avaiana se aposentar dos gramados. Um jogador que não vinha sendo muito utilizado, mas que vai deixar saudades a nação Avaiana. Além de excelente volante é um Avaiano nato e que merece todo o nosso respeito. Nós do DeVirada, bem como toda a Nação Avaiana sentiremos a sua falta nos gramados, porém fazemos questão de continuar tendo como colega e torcedor do Maior Clube de Futebol de Santa Catarina. 

VALEU EDUARDO COSTA 5!

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Reforços chegando

Hoje nosso ilustre presidente concedeu entrevista falando sobre a possível contratação de três medalhões do futebol brasileiro para a temporada 2015. Na minha opinião já deveriam ter sido contratados desde o inicio da temporada, mas a politica atual não permitia jogadores acima do "teto" do clube.
O fato é que até o momento o Avaí não mostrou um futebol de série A, e já tem torcedor preocupado com o futuro. Se continuarmos a esperar jogadores a altura do Avaí, diga-se "teto" que o clube possa pagar, sem entrosamento com a equipe atual de nada adiantará raspar o fundo da conta no meio do ano para tentar salvar a equipe de um possível rebaixamento. No momento o único atleta que se encaixaria no teto do Leão e que faria jus ao seu salário seria nosso amigo, torcedor do co irmão, mas que sabe apreciar as coisas boas da vida (na foto com a camisa do Leão dando entrevista depois de uma pelada da galera na Ressacada) e sabe fazer gol também, Nikolas Bottós. Fica a dica Presidente!

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O mundo dá voltas!

O Leão trouxe o jogador Maylson como reforço para temporada, que teve passagens recentes pelo Figueirense e Criciúma, mas alguns torcedores parecem não estar muito felizes com a ideia. Nas redes sociais , avaianos contrários à chegada  do jogador começaram a organizar um protesto: #DiGaNãOaConTraTaÇãOdeMayLsoN!.

Essa é a maior prova de que o mundo dá voltas, e que os atletas hoje cada vez menos podem assumir uma posição a favor de um clube ou outro que já tenham jogado. Maylson é a prova viva disso, no ano passado esteve presente na goleada aplicada pelo coirmão na Ressacada, fato que não sairá da memória do torcedor Avaiano tão cedo. Isso o faz menos profissional para atuar dentro do clube? Não. O deixa menos preparado para receber a camisa do Avaí? Também não. A única diferença no meu modo de ver será o discurso que o jogador terá que aplicar diante aos fatos passados e no mínimo mostrar três vezes mais futebol do que vinha jogando. A pressão do torcedor Avaiano para a perfeição do atleta em campo será infinita, e só um excelente futebol poderá tirar essa marca negativa do atleta. 

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O fantasma de 2013 está de volta?

Getty Images / ESPNFC.com.br
O torcedor avaiano ainda não esqueceu da decepção que os jogadores avaianos nos causaram na série B do ano passado. Prova disso ainda pode ser vista nas arquibancadas da Ressacada: enquanto ano passado colocamos mais de 15 mil em alguns jogos, este ano não conseguimos sequer superar a barreira dos 10 mil torcedores em uma partida.
Mas peraí Fábio! Estamos dentro do G4, na 3ª colocação!
Sim, estamos com 49 pontos, faltando 10 rodadas para o final. Mas em 2013, tínhamos 53 pontos faltando sete jogos para o término do campeonato e mesmo assim, conquistamos apenas três de 21 pontos restantes.
Agora, depois de duas derrotas consecutivas que colocaram fim à invencibilidade que durava 12 jogos, o fantasma da crise e do não acesso volta a assombrar a mente dos avaianos.
Se estiver de fato se desenhando uma nova "tirada de pé", o que poderia estar ocorrendo?
Pelo que se fala na imprensa, os salários e premiações deste ano estão rigorosamente em dia e os atrasados dos poucos atletas que ficaram do elenco do ano passado, conforme eles já sabem desde que terminou 2013, o Avaí deve, não nega e pagará quando puder.
Percebo que alguns atletas estão com o rendimento baixo: Diego Felipe por exemplo, não é sombra do cara que foi o principal jogador do Avaí no retorno pós-copa do mundo. Coincidentemente ou não, essa queda de rendimento começou quando João Felipe passou a ser titular ao lado dele. Eu até acho João um jogador com certa qualidade, mas confesso que as subidas em demasia dele me dão calafrios, já que sempre deixam a defesa desguarnecida e consequentemente, sobrecarrega Diego Felipe. Fora isso, os demais jogadores continuam com as mesmas virtudes e limitações de sempre: muita correria, alguma qualidade.
Espero que essas duas derrotas sejam um fato corriqueiro. Que seja um exagero de nós avaianos que ficamos mal acostumados com uma sequência tão boa e com a liderança da competição. Mas vencer é preciso e se o Avaí não quiser transformar essas duas derrotas em uma crise, precisamos vencer e convencer no jogo de sábado na Ressacada, diante do Icasa, 18º colocado.
Via ESPNFC

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Um excelente empate com nosso freguês Ceará

Foto: Christian Alekson/CearaSC.com
Perdemos a liderança, mas mantemos cinco pontos da quinta colocação.
O torcedor avaiano está mal acostumado. Eu por exemplo, esperava mais uma vitória do melhor visitante da Série B. Alías, até jogamos para vencer: no final do jogo, quando estava 2x2 e o Ceará, se aproveitando da velocidade de Lulinha que entrou no segundo tempo, estava com maior posse de bola, Geninho não quis saber de segurar o empate e subistituiu o lateral Marrone, que embora tenha feito um gol tem características mais defensivas e colocou o veloz Eltinho para tornar o Avaí ainda mais ofensivo.
O Ceará é nosso freguês. Segundo o site oficial do Avaí, de acordo com o pesquisador e conselheiro do Leão da Ilha, Spyros Diamantaras, Avaí e Ceará se enfrentaram 23 vezes na história. O Avaí venceu 11 vezes, empatou sete e perdeu cinco. O Leão fez 33 gols na equipe cearense e tomou 19. Mas mesmo assim, foi um resultado muito bom para o time de Santa Catarina, afinal, mantivemos cinco pontos de distância para o quinto colocado, que é o próprio Ceará e assim, ganhamos gordura no G4.
Outro ponto que merece ser destacado, é que com este resultado, o Avaí completa 10 jogos sem saber o que é uma derrota. A última vez que perdemos, foi no dia primeiro de agosto, para a Luverdense, na Ressacada. De lá pra cá, foram 4 empates e 6 vitórias. Que continuemos assim!
A rodada só não foi totalmente perfeita, pois o JEC (que jogou no sábado) fez o dever de casa e venceu o Atlético-GO por 2x0 no estádio da prefeitura de Joinville.

Já para a próxima rodada, continuamos fora de casa. Desta vez, enfrentaremos o Paraná em Curitiba. Jogo duro para o Leão da Ilha, mas que temos plenas chances de trazer três pontos na bagagem.
Via ESPNFC

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Avaí: o time que só sabe jogar fora de casa

Foto: Jamira Furlani / Avaí FC
No ano de 2008, quando o Avaí terminou o Campeonato Brasileiro da Série B na terceira posição com 67 pontos e se classificou para Série A do ano seguinte, o grande trunfo avaiano era a Ressacada. Conseguimos ficar durante todo aquele campeonato sem uma derrota sequer em nossos domínios.
Já neste ano, o Avaí vem fazendo o contrário: nosso aproveitamento em casa é de 50%, com 4 vitórias, 3 empates e 3 derrotas. Já fora da Ressacada, o Avaí é o melhor visitante da competição, com 66,7% de aproveitamento (6 vitórias, 2 empates e apenas 2 derrotas).
E mesmo após vencer o Vasco por 5x0 em pleno São Januário, neste final de semana contra o América-RN jogando em Florianópolis, não foi diferente: empatamos em 0x0 novamente. Este empate poderia até ser reflexo de um possível corpo mole resultante da greve que os jogadores resolveram promover justamente em uma semana de festa para o torcedor avaiano e, que sem dúvida, tirou boa parte do público que eu esperava que enchesse as arquibancadas do estádio Aderbal Ramos da Silva neste final de semana (apenas 6.723 avaianos compareceram na Ressacada). Mas eu vi os jogadores ainda com o mesmo ímpeto e vontade das últimas partidas. De qualquer forma, quanto mais nossos atletas protestarem, mais desconfiança cairá sobre as costas deles em caso de resultados adversos. A entregada de 2013 ainda não foi esquecida pelos torcedores avaianos inteligentes.
De qualquer forma, o Avaí foi o senhor do jogo, criando inúmeras oportunidades, mas mais uma vez, a falta de um camisa 9 de qualidade se fez presente e não matamos o jogo por pura falta de pontaria dos nossos atacantes. E mesmo com o empate, o Avaí levou sorte com os outros resultados da tabela e permaneceu na segunda colocação da competição.
A próxima partida já acontece na terça-feira, quando o Avaí viaja até São Paulo para enfrentar o Bragantino, que "lidera" a zona de rebaixamento. Se a lógica não tão lógica do Avaí se fizer presente mais uma vez, traremos os três pontos na bagagem.
Via ESPNFC

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Sábado é dia de casa cheia

Foto: Jamira Furlani / Avaí FC
Avaí precisa mostrar nas arquibancadas, porque tem a maior torcida de SC.
Embora o Avaí possua a maior torcida de Santa Catarina segundo várias pesquisas oficiais, neste ano o torcedor avaiano está bastante tímido. A média de pagantes é de apenas 3.509 torcedores (apenas a 14ª da Série B) e a média total é de 4.628. Nosso maior público foi na última rodada, quando 7.137 foram à Ressacada ver o empate sem gols contra o Santa Cruz.
Se vice-liderança da Série B, a goleada por 5x0 em cima do Vasco (maior já sofrida em toda a história do time carioca em seus domínios) e a semana de aniversário do clube não forem motivos suficiente para ir à Ressacada neste sábado contra o América-RN, não sei mais o que fazer.
Sábado é um dia de grande público. E é também o dia de ir aquele torcedor que só vai na boa, onde o jogo nem começou e já grita "sentaaa" pro pessoal da frente, que se deixar, joga garrafa d'água no campo e se acha na razão, que vai xingar o primeiro passe errado do Marrone com menos de 5 minutos de jogo, porquê não entende que ele está quebrando um galho na lateral esquerda.
Mas também, vale lembrar que é o mesmo torcedor que foi em peso na Série B do ano passado e foi humilhado pelo corpo mole dos jogadores avaianos na reta final do campeonato e por isso, está afastado da Ressacada. E para completar, esta semana o grupo de jogadores, mais uma vez, resolveu fazer voto de silêncio aos jornalistas, como protesto por salários atrasados.
A culpa disso tudo (salários atrasados novamente e ausência do torcedor nas arquibancada) é dos jogadores que tiraram o pé ano passado, trocando um acesso fácil à Série A pela falta de vontade. Se o problema era atraso nos salários, que não tivessem entrado em campo então. Mas fazer corpo mole foi covardia com a torcida. E se não fossem os jogadores grevistas, hoje estaríamos na Série A, com salários em dia e torcida comparecendo em peso.
Mas vamos torcer que esses protestos fiquem somente fora das quatro linhas. É hora da torcida pegar junto. Do avaiano que vai todo o jogo ter paciência com os "torcedores oportunistas" e estes irem somente para apoiar o seu clube. Se fizermos uma campanha em casa semelhante à excelente campanha que estamos fazendo fora de nossos domínios, não só subiremos, como colocaremos nossa segunda estrela amarela no peito.
Via ESPNFC

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André Santos não seria uma boa...

Jogador foi oferecido ao Avaí, mas Geninho descartou o jogador. No meu ver não seria uma boa para o Leão ter André Santos no elenco, já que está praticamente parado no Flamengo-RJ e não apresenta aquele futebol dos tempos do Corinthians-SP. O atleta se propôs a ficar até o fim do ano no Avaí e se ajustaria as condições salariais do clube, mas mesmo assim seria um gasto que não podemos ter em uma posição que não necessitamos no momento.
Com a saída de Cléber Santana e a falta de um atacante matador, o Avaí ainda corre atrás de reforços para poder manter o fôlego e assegurar uma das quatro vagas na série A.

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A maldição da lateral esquerda

O lateral esquerdo Carleto, contratado pelo Avaí no intervalo da Copa do Mundo, havia chegado para ficar. Finalmente, havíamos achado um jogador que tinha velocidade para apoiar no ataque e ao mesmo tempo poder de marcação. Porém, no jogo contra o Luverdense pela 14ª rodada da Série B, Carleto saiu de campo contundido. Nesta quinta-feira, passou por uma artroscopia no joelho direito o que deve deixá-lo afastado dos gramados por pelo menos um mês.
Imagem: Getty Images
Não muito tempo atrás, na Série B de 2013, o dono da lateral esquerda era Héracles. Assim como Carleto, ele chegou com o compeonato andando e logo virou dono da posição. Porém, na vitória por 3x0 contra o Bragantino na Ressacada, o jogador Graxa do time visitante fez uma entrada criminosa no jogador azzurra. Héracles não jogou mais aquele ano e hoje ainda se recupera no Atlético-PR da lesão sofrida no seu joelho esquerdo. Depois disso, mesmo com 53 pontos e faltando 7 jogos para o término daquele campeonato, o Leão da Ilha acabou conquistando apenas 3 dos 21 pontos restantes, terminando na 10ª posição daquela que foi a Série B mais fácil da história, pois com apenas 60 pontos, o Figueirense conseguiu se classificar em quarto lugar.
Mas qual a solução para o nosso problema de hoje?
O bom jogador Eltinho, substituto de Carleto, deu muitas alegrias ao Avaí em 2009 quando fizemos a melhor campanha da história de um clube catarinense na Série A, terminando na 6ª posição com 57 pontos, apenas 10 atrás do campeão Flamengo. Porém em 2014 , Eltinho vem de uma contusão atrás da outra. A cada jogo que entra, é substituído contundido e volta apenas após um mês se recuperando. Seu último jogo foi na partida de ida pela Copa do Brasil contra o Palmeiras no dia 23 de julho, quando aos 26 minutos do primeiro tempo, o jogador sentiu dores nas pernas. Naquele jogo, o Avaí perdeu por 2x0.
Sem Eltinho, nossas opções ficam restritas à duas improvisações: Eduardo Neto, que não passa de um volante esforçado, mas sem qualidade para assumir a lateral e Marrone, também volante, porém extremamente limitado na lateral esquerda. 
Isso tudo é preocupante para a futuro azurra nesta competição e hoje, concordo com a direção avaiana: nossa prioridade é a contratação de um lateral esquerdo.
Via ESPNFC

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Avaí perde para Palmeiras pela Copa do Brasil. Mas de cabeça erguida.

Foto: Jamira Furlani / Avaí FC
Na noite desta quarta-feira na Ressacada, o Avaí recebeu o time do Palmeiras pela primeira partida da terceira fase da Copa do Brasil. No primeiro tempo, mesmo com o árbitro Wagner Reway possuindo apenas um critério - ser rígido com o time da casa, aplicando muitos cartões desnecessários e marcando faltas inexistentes, e mole com o time visitante, fazendo justamente o contrário - tivemos um jogo equilibrado, baseado na força e na imposição física de ambos os times. 0x0 foi um placar justo para a primeira etapa.
Já no segundo tempo, quando esperava-se que o efeito vestiário fosse prevalecer no time de Geninho, o Palmeiras veio mais ligado e o Avaí sentiu muito a ausência de Eltinho, que saiu lesionado no final do primeiro tempo. Desta forma, perdemos nossas jogadas de velocidade pela esquerda e assim, sem sucesso, tentamos atacar pelo meio, porém sempre esbarrando nos dois bons zagueiros Weldinho e Wellington.
A diferença entre os dois times começou a ficar mais evidente e ao natural, Felipe Menezes marcou os dois gols da vitória Palmeirense, aos 17 e 26 minutos do segundo tempo, dando números finais ao marcador.
De qualquer forma, gostei do futebol apresentado pelo Avaí: somos da Série B e jogamos como um time de Série B. E apresentando um futebol de força e vontade como o apresentado hoje e também nos dois jogos que o técnico Geninho esteve à frente do comando Azurra, o futuro do Leão da Ilha no Brasileirão 2014 será bastante promissor. E vale lembrar que ainda temos Bocão, Carleto e Diego Felipe, que fizeram muita falta no jogo de hoje.
Aliás, o destaque positivo do time foi Marquinhos, correndo bastante (sim, acreditem!), ajudando na marcação e lançando boas bolas. Já o destaque negativo ficou por conta de Cléber Santana. Está lento, errando passes de três metros. Parece estar jogando sem vontade.

Mas é isso torcedor avaiano! Com esta derrota, embora nossas chances de classificação tenham ficado muito difícieis, vale lembrar que o Avaí é o único catarinense ainda vivo na Copa do Brasil 2014.
Via ESPNFC

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Marquinhos, como ousas?

Recentemente, Marquinhos pediu para o torcedor avaiano sair do sofá e ir na Ressacada.
Os torcedores avaianos, aqueles que vão em todos os jogos e fazem parte daqueles 3 mil de sempre, independente de resultados ruins, frio e chuva, tem todo o direito de cobrar maior público na Ressacada.
Mas é inconcebível jogadores, principalmente aqueles que fizeram parte do grupo que pisou no freio na Série B 2013, cobrarem mais público no Aderbal Ramos da Silva, afinal, se tivessem se empenhado mais na reta final do Brasileirão do ano passado, o mais fácil da última década, estaríamos hoje na Série A, com salários em dia e mais de 10 mil sócios adimplentes.
Marquinhos, você está no caminho certo: Geninho fez você e os demais jogadores treinarem mais e correr mais em campo. Inclusive, já vejo melhoras nesses dois primeiros jogos pós copa do mundo. Portanto, apenas jogue futebol (e isso sabemos que você tem) e aí, naturalmente a torcida voltará à apoiá-los.

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Era uma vez... (por Rafael Botelho)

...um reinício de série B com a torcida empolgada pra reencontrar o time e o estádio com grama nova.
Mas eis que aqueles meia dúzia de anti-profissionais resolvem se manifestar contra a imagem dos clubes e caga tudo novamente.
Não estou dizendo que os jogadores não tem que receber seus salários em dia, mas tornar público e levantar uma crise por causa de 17 dias de salários atrasados, sabendo que está entrando no clube uma grana de novo patrocinador e que as mudanças serão para melhor, é no mínimo OPORTUNISMO desses canalhas.
Já não bastasse a vergonhas que muitos desses canalhas fizeram em 2013, onde abriram as pernas e deixaram acontecer o maior vexame dos últimos anos na Ressacada, ainda me aprontam mais essa.
Coloquem uma coisa na cabeça. ninguém desse grupo está valorizado o suficiente pra estar jogando num clube estruturado e que pague rigorosamente em dia. Quem sabe vocês não querem ir pra doladelá da ponte, onde serão mandado embora e receber somente na justiça, após 3 anos. 
DIRETORIA CONIVENTE E COVARDE
Se tivessem vergonha na cara e respeito ao clube, já teria demitido os "cabeças" dessa manifestação. É muito fácil saber quem são os líderes e não precisa eu afirmar aqui o que está na cara.
Essa diretoria, no mínimo não, está sabendo conduzir com pulso firme essa situação
DESANIMADOR!!! 
Não tem campanha que traga sócios de volta dessa forma. 
DÁ UM BASTA NISSO
Manda essa liderança embora e começa do zero. O Avaí é muito maior que qualquer jogador travestido de ídolo. Eles vão passar, o clube fica e não vai acabar sem a presença deles.
Chega desses calhordas!!!! 
Texto via TVBlogueiro

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Renan está na história do Avaí. Mas onde ele foi parar?

Foto: Lancenet
Zenon, jogador do Avaí na década de 70 e que fez grande sucesso no Guarani e no Corinthians, foi a mais importante revelação do Avaí que chegou à seleção brasileira.
O zagueiro Emerson, ídolo avaiano de 2008 a 2010, foi convocado por Mano Menezes em 2011 para a disputa do Superclássico das Américas, contra a Argentina.
Mas houve apenas um jogador catarinense convocado para a seleção enquanto atuava por um clube do nosso estado: o goleiro Renan.
Criado na base do Avaí, estava fechando o gol azzurra em 2010. Principalmente pelas suas apresentações na Copa do Brasil, quando foi fundamental na vitória por 3 a 1 que decretou a eliminação do poderoso São Paulo Futebol Clube e levou o time às semifinais. Renan chamou a atenção do técnico Mano Menezes, que convocou o goleiro para um amistoso contra os Estados Unidos.
A seleção, porém, não fez bem a Renan. Depois da convocação, a pressão por ser um "jogador de seleção" caiu sobre os ombros do então garoto de 21 anos, e os erros começaram a se tornar frequentes. Neste momento, ainda embalado pela convocação, o Corinthians contratou Renan a peso de ouro - a multa contratual era de pouco mais de R$ 5 milhões.

No time paulista, teve a chance na titularidade, mas não correspondeu: a cada erro, mais pressão da torcida corintiana, até o momento em que o goleiro foi emprestado para outros clubes. Ainda ligado ao alvinegro, chegou em abril ao Bragantino, depois de passagens por Vitória, Estoril (POR), Guarani e Botafogo (SP).
Via ESPN FC

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Coincidência: o dinheiro entrou e o cansaço saiu

Foto: Divulgação / Icasa FC
Sim, só me resta acreditar que foi coincidência o fato de ver nossos jogadores com mais vontade na noite desta última terça-feira, na vitória fora de casa por 2x0 contra o Icasa.
Justamente no dia em que o Avaí estreou seu novo patrocinador master (veja aqui), que imediatamente injetou R$ 3 milhões nos cofres do clube, os jogadores avaianos fizeram o que a torcida tanto cobra nas arquibancadas do Aderbal Ramos da Silva: correram, se entregaram e mostraram raça. 
Como já escrevi aqui em outros posts, esse é o mínimo que esperamos de nossos atletas. Se continuarem correndo e se entregando desta forma, nas coletivas após os jogos, Cléber Santana não precisará mais pedir paciência à torcida e Roberto não precisará mais criticar a pressão das arquibancadas durante as partidas na Ressacada. Nosso apoio será incondicional.

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Já são dois longos anos de erros!

Já faz dois anos desde aquele episódio da demissão injusta de Carlos Arini pela substituição por Marcelinho Paulista. E de lá pra cá o torcedor avaiano vem acompanhando um time que nunca inspira confiança por muito tempo. Os elencos avaianos nestes dois anos engatam no máximo três partidas seguidas de bom futebol e depois, longa crise até a substituição do técnico.
O torcedor avaiano se acostumou mal. Alí pertinho, em 2009, nosso time demorou vários jogos até ter sua primeira vitória na Série A daquele ano. Mas mesmo com derrota, a Ressacada estava lotada e os jogadores saíam de campo aplaudidos. Isso, porque havia entrega, havia raça. E hoje, não temos nada disso. Por isso, não queiram os jogadores pedirem paciência à torcida avaiana. Joguem, corram, mostrem raça e vençam! E aí, estaremos novamente ao lado de vocês!

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Marquinhos, o incriticável.

A notícia que o maestro avaiano renovou o contrato, após aceitar uma redução de salário considerável, que se diz ser de aproximandamente R$ 200 mil mensais (a grande maioria até então paga pelo Grêmio) para "míseros" R$ 50 mil (desta vez integralmente pago pelo Avaí), caiu nas redes sociais como mais uma prova de amor do ídolo avaiano.
O problema é que se analisarmos friamente o custo x benefício do camisa 10 avaiano nas últimas temporadas, considerando o cenário atual do futebol brasileiro, 50 mil reais é um salário justo (para não dizer alto) para o futebol atual apresentado por Marquinhos Santos.
O galego é avaiano e já provou isso diversas vezes. Nunca verei em minha vida, tamanha demonstração de amor como no "jogo do fico" entre Avaí 3x2 Santos, quando M10, que vestia a camisa do time paulista, pediu para não jogar, pois não se sentiria bem ajudando a rebaixar o time do seu coração. No vídeo acima (pra mim o melhor vídeo já capturado pela Jamira Furlani), vemos galego de Biguaçu chorando no camarote da Ressacada após o apito final que garantiu o Avaí na Série A 2011.
Concordando com o pensamento do ilustre mestre cervejeiro Rafael Botelho, justamente por termos a certeza de Marquinhos ser o único torcedor verdadeiro do Avaí dentro de campo, isso faz com ele tenha mais que os outros a obrigação de colocar o pé na dividida, de correr mais  e terminar o jogo com cãibras. E isso, não estamos vendo faz algum tempo.
Assim como Cléber Santana, M10 está devendo futebol. Esses dois jogadores são diferenciados e também por isso são mais cobrados. Em seus passados recentes, fizeram mágica com a bola, mas hoje estão jogando pelo nome, pelos seus passados. E se isso fosse algo correto, Pelé estaria ainda jogando no Santos, Romário no Vasco e Maradona no Boca. E amaldiçoado seria o torcedor que ousasse criticar se Pelé não driblasse como antes, se Romário perdesse os gols dentro da pequena área ou se Maradona não fizesse mais suas arrancadas.

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Leão da Ilha em campo hoje!

Na noite de hoje, na Arena das Dunas, estádio de Copa do Mundo, o Avaí entrará em campo pela sua primeira partida na Série B 2014, enfrentando o até então - segundo a imprensa - forte time do América-RN.
O Leão da Ilha vai com o que tem de melhor, com o time que fez boas - mas não fantásticas - apresentações pelo hexagonal da vergonha. De novidades, o técnico Pingo deverá colocar o zagueiro Neris, recém contratado e já muito conhecido pelo treinador, quando trabalharam juntos no Brusque.
Eltinho também viajou com a delegação azurra e pode ser nossa grata surpresa caso demonstre um pouco do futebol que já teve no sul da ilha poucos anos atrás, já que na lateral esquerda, Eduardo Neto está devendo, e muito.

Fora isso, o time não deverá ter mais novidades, sendo mantido nosso meio de campo com cinco jogadores (Eduardo Costa, Tinga, Diego Jardel, Marquinhos e Cléber Santana) e apenas Roberto solto no ataque, o que particularmente me agrada.

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Avaí vai evoluindo. 2013 vai indo embora.

Já é a quarta vitória consecutiva do Leão da Ilha. Fato que não ocorria desde a reta final da Série B de 2013, quando o Avaí jogava um bom futebol, estava em terceira colocação e misteriosamente desaprendeu a jogar futebol.
De lá pra cá, foram muitas derrotas vexatórias - muitas delas em casa - e apresentações horripilantes. Nem os três medalhões azurras, Cléber Santana, Eduardo Costa e Marquinhos, foram páreos para mudar o cenário.
Muitos técnicos passaram pelo Avaí, mas finalmente, agora no Hexagonal da Vergonha - espécie de prêmio de consolação aos seis piores times do Catarinense 2014 - o time azul e branco vem mostrando um bom futebol, sem chutões, com trocas de passe bonitas no meio de campo e fazendo gols.
Quais foram as principais mudanças de lá pra cá?
Parte dos salários atrasados foram pagos e o técnico Pingo, ex-Brusque, foi contratado e deu confiança à boleirada.
É claro que não podemos comemorar uma sequência de vitórias contra os cinco piores times do Catarinense, mas a evolução do futebol apresentado pelo time é no mínimo animadora.
Para a Série B, precisamos ainda reforçar meio time: pelo menos dois laterais, dois zagueiros e um volante. E aí, já dá pra começar a sonhar com mais um acesso à elite do futebol brasileiro e o enterro definitivo do vexame do final do ano de 2013.

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Concordo com os alvinegros: Marquinhos não é um ídolo!

Não, pera!


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Ano novo, problemas velhos!

Zagueiro Pablo. Foto: Infoesporte
Hoje, em seu primeiro jogo oficial no ano de 2014, o Avaí perde por 2x1 em Ibirama, contra o time da casa.
Em campo, as minhas preocupações após acompanhar um jogo treino do Avaí contra o Brusque se concretizaram. Transcrevo uma frase que eu havia escrito no dia 15/01, logo após este jogo:
"E a nossa zaga formada por Pablo e Bruno Maia, extremamente lenta, sem ritmo e perdida em campo. Por diversas vezes, assistiu o Brusque tocar a bola ou quando dava o bote, era com atraso, fazendo faltas perigosas."
Sim, eu ainda tinha esperanças que esse problema iria ser corrigido até a estreia no Catarinense, mas não foi. Pablo principalmente, se destacou negativamente na zaga pela sua falta de qualidade técnica.
Além do problema da zaga, nosso ataque teve medo de chutar a gol. Em um dos lances por exemplo, Marquinhos, ainda no primeiro tempo, recebeu limpo a bola na grande área, porém por preciosismo resolveu tentar tirar do zagueiro ao invés de bater de primeira e assim perdeu uma chance clara de gol.
No final, um empate seria um bom resultado para o Avaí, mas não tivemos competência para recuperar o marcador. Final: 2x1 para o Ibirama.
Enquanto isso, fora dos gramados...
Não é de hoje que é uma vergonha o "estádio" do Atlético de Ibirama. Atrás dos gols, onde não há arquibancadas, vendem ingressos para os torcedores assistirem em pé, apoiados em um alambrado enferrujado.
Se já não bastasse este absurdo, veja a denúncia escrita pelo narrador Rafael Araldi em seu twitter:
E enquanto isso, é sempre um parto as autoridades "competentes" aprovarem a Ressacada no início do Campeonato Catarinense. Ora por um parafuso a menos, ora por uma pintura desbotada. Tão de brincadeira!

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