Caso Anjo Loiro (por Eduardo Rosa)










Após o clássico de resultado inimaginável, passei a conversar com alguns torcedores (quase técnicos do Avaí) e, veja só, muita reclamação do nosso “Anjo loiro”.

Todos estão vendo e o próprio reconhece, que não é sua melhor fase no futebol. Ele tem um histórico e currículo que dispensam comentários, jogou muito no Santos e, é aí que surgem as comparações!

Pensemos assim:

• No Avaí ele não está em boa fase, isto é fato, mas sozinho no meio também, é difícil criar!
• Desanimado? Prefiro não acreditar nisso. Creio que o peso da responsabilidade e falta de companheiros no meio o estão atrapalhando;
• O fato de o Marquinhos não ser grande marcador não é novidade a ninguém, MUITO MENOS AO SILAS, sua função sempre foi criar e ele o faz muito bem;
• Se aqui quem “apoia” ele é o Gustavo e Diogo Orlando, lá no Santos havia o Ganso, Neymar, Robinho, André para buscar jogo junto a ele, e nem adianta compararmos os momentos destes jogadores;
• Merecendo ir ao “banco” ? E colocar quem? Estrada “não sei” porque nunca joga, mas não está em ritmo; Marquinhos Gabriel é uma grande opção, mas não para estar sozinho;

Afinal ele não está bem, motivos podem existir vários, soluções talvez existam poucas mas, quem está lá para solucionar isto, eu aposto, não está ganhando mau e, pode sim, sentar e achar soluções.

Querem uma dica de torcedor palpiteiro? Saibam ouvir o simples pois é lá que a solução mais produtiva está!!

Eduardo Rosa

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A receita para Série B 2012

Duas coisas contribuem para um time ser rebaixado no final de uma temporada: um grupo ruim e uma torcida ausente.

A primeira, sinceramente eu acho que não temos. Volto a insistir que temos o melhor elenco - individualmente falando - deste Catarinense 2011. Nossos jogadores, possuem uma história vitoriosa no futebol. Alguns deles inclusive, são ídolos de longa data da torcida azurra. Que nossos guerreiros têm qualidade, isso é inegável.

O grande problema é que está faltando alguém para transformar este elenco de qualidade, em um time de qualidade. Até o momento, nem Benazzi nem Silas conseguiram fazer isso e o que revolta o torcedor, é que parece ser por pura teimosia. Todos pedem Estrada, todos pedem o 4-4-2. Se fizer apenas estas duas pequenas mudanças, o time muda da água pro vinho.

Já a segunda coisa, você que acompanha o DeVirada sabe muito bem, mas não custa tocar novamente no assunto para não deixar a nossa "inteligente" diretoria acomodada: enquanto a diretoria aplaudir apenas 13 mil torcedores em um clássico, aí mesmo é que o caminho para a Série B 2012 estará selado. Sinceramente, não sei se teremos tanta sorte como ano passado, em que escapamos raspando, depois que a diretoria baixou os preços dos ingressos e o torcedor levou o time nas costas.

Ainda há tempo de corrigir os problemas e o segundo deles, diminuindo os preços e chamando o torcedor desde agora, é o mais fácil.

Porque o que é mais lucrativo? Colocar 15 mil torcedores pagando R$20,00 em média na Série A 2012 ou colocar 4 mil torcedores pagando em média R$50,00 na Série B 2012?

Texto: Fábio "Feijão" Trierveiler

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Matheus é um dos destaques do Catarinense

Emprestado ao Imbituba até o fim do Catarinense, o meia Matheus vem sendo um dos destaques do campeonato. Até aqui, o jogador, que tem contrato com o Avaí até 2014, anotou cinco gols e é peça fundamental na equipe comandada por Müller, que briga contra o rebaixamento.

Em conversa com a reportagem do INfoesporte, Matheus não esconde a felicidade por estar se destacando: "Estou feliz com o meu desempenho. Sei que estou jogando bem. Me sinto muito bem aqui no Imbituba". Questionado se teria espaço no atual time do Avaí, o meia afirmou: "Acho que poderia estar jogando sim. Mas a decisão de me emprestar foi do clube".

Pelo que foi apurado pela reportagem do INfoesporte, Matheus já recebeu sondagens de outras equipes, inclusive, de Santa Catarina. Entretanto, acredita que deve retornar ao Avaí: "Pelo que ficou acertado voltaria após o Catarinense. Não sei de propostas, quem cuida disso é o meu empresário".

No Avaí, Matheus foi oficialmente apresentado em maio de 2010. Não teve chances na equipe principal e trabalhou com o time Sub-23 avaiano. Antes, foi revelado pelo Guarani, de Campinas, e se destacou jogando pelo Juventus no Campeonato Catarinense do ano passado.

Dica do leitor Silvio da Pureza Dobrado / Fonte: Infoesporte

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ROF - Nota Oficial de Esclarecimento

Tendo em vista os acontecimentos do dia 03/04/2011, a Comissão Organizadora do "Ressacada ON FIRE" gostaria de vir a público e aduzir que:

A festa "Ressacada On Fire", por qual a presente comissão se responsabiliza, possui como única finalidade a exaltação da instituição Avaí Futebol Clube através de manifestações pacíficas de sua torcida, e é viabilizada por intermédio de doações espontâneas dos próprios torcedores, sem qualquer espécie de contribuição por parte do clube ou fins lucrativos.

Ressalta-se que, além da tradicional queima de fogos, participou esta comissão de outras ações independentes de incentivo à instituição Avaí que repercutiram positivamente em todo o Brasil por sua beleza, pacificidade e demonstração de apoio incondicional ao clube, dentre as quais se destacam as recepções pré-jogo ao grupo de jogadores avaianos nos compromissos decisivos que determinaram, no ano passado, nossa permanência na elite do futebol nacional.

No que tange aos ocorridos no clássico do dia 03/04/11, frisa-se que a entrada dos materiais deu-se sem qualquer anuência do Avaí Futebol Clube ou qualquer de seus funcionários, que não tinham ciência da realização da festa. Ciente da proibição dos artefatos que já haviam sido comprados, a comissão, temendo frustrar as grandes expectativas causadas pela divulgação da festa e arrecadação de doações, decidiu por ingressar no estádio portando fogos e balões, distribuindo-os por todas as arquibancadas nos momentos que precederam o início do jogo. Parte dos materiais restou apreendida pelas autoridades competentes encarregadas de garantir a segurança.

Na oportunidade, a festa, que contava com o apoio de grande parte da nação avaiana, ocorria de maneira irrepreensível, proporcionando o bonito espetáculo pretendido. No início do segundo tempo, entretanto, deu-se o acendimento de alguns sinalizadores que restaram à primeira queima, como historicamente se dá em jogos de futebol no Brasil. Infelizmente, por ausente corrente de vento na noite daquele dia, e, portanto, por razões que fugiram ao controle da comissão, a fumaça provocada pelos sinalizadores se acumulou sobre o campo, o que culminou na paralização da partida por alguns minutos.

Cabe informar que os responsáveis pela festa, simples representantes da grande parte da nação azurra que contribui, incentiva e se orgulha dos espetáculos realizados pela sua torcida, foram chamados a prestar esclarecimentos à "Justiça Presente" e deporam, assumindo a responsabilidade por tudo, almejando isentar o clube de qualquer punição administrativa. Dois deles, maiores de idade, assinaram Termo Circunstanciado e foram proibidos de irem à Ressacada até o final do corrente ano.

Repudia-se a atitude irresponsável do indivíduo não identificado, sem qualquer ligação com esta comissão, que atirou um dos sinalizadores no campo de jogo durante o acontecimento da partida. Tal ação divorcia-se completamente da ideologia da festa, absolutamente pacífica, indo de encontro aos objetivos da mesma, motivo pelo qual a comissão se isenta de qualquer responsabilidade no que toca ao arremesso em questão, bem como é interessada na identificação e punição de seu protagonista. Da mesma forma, desvincula-se a Comissão da responsabilidade por eventuais fagulhas que tenham atingido roupas de torcedores, havendo de ser responsável quem acendeu os sinalizadores de forma negligente.

Lamenta-se, outrossim, a utilização da "direção para onde vai a fumaça" como critério para punição unicamente dos integrantes desta Comissão, já que, sabe-se, em todos os clássicos dos anos passados e em plurais outras partidas válidas pelo Campeonato Catarinense desse e de outros anos houve a queima de fogos de artifício idênticos aos utilizados na partida do dia 03/04/2010, sem, no entanto, a mesma "caça às bruxas" hoje vislumbrada.

Com as proibições trazidas pela Lei n. 10.671/03, a comissão responsável pelo "Ressacada ON FIRE" dá por encerradas suas atividades, consciente de que sempre agiu em defesa das cores do Avaí Futebol Clube, sem quaisquer interesses pessoais, bem como de que contribuiu à reputação de melhor e mais apaixonada torcida de Santa Catarina ostentada pela coletividade azul e branca.



NINGUÉM FAZ NADA SOZINHO!
Comissão de Festas - ROF

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Telecurso 2000 para não errar novamente. (por Maria Luíza Gil)

Do jogo de ontem só consigo enumerar erros, então preparei uma forma bem didática pra não cometê-los novamente.

O despreparo juvenil da PM

Até burro sabe que na entrada do setor D tem concentração da torcida do Avaí. E em dia de clássico, triplica a quantidade de pessoas. Mas a nossa PM se garante, e foi por lá mesmo que mandou passar os cinco ônibus da torcida doladodelá. E como a polícia já previa quando tomou tão inteligente decisão, era um tal de coraçãozinho pra cá, eu te amo pra lá, até calcinha os alvirosados arremessaram pra torcida do Avaí, tamanho amor. E quando a cabeça não pensa, quem paga? Os avaianos, óbvio. Dá-lhe spray de pimenta e cassetete neles.

Lição: desviar das aglomerações. Existem 8.789.123 ruas alternativas para passar a frota alvirosa, por que então escolher a pior delas?

A escolha dos sinalizadores

Acho lindo e me orgulho do ROF. Somos conhecidos nacionalmente pela bela festa que fazemos. Mas acho que podemos substituir os sinalizadores que soltam faísca por aqueles que soltam uma fumaça colorida, que são muito mais inofensivos e não menos bonitos.

Lição: pensar nas consequências antes de tomar decisões.

Culpar os sinalizadores

HAHAHAHA isso nem se fala, né. JURO, não é brincadeira, tem gente culpando os sinalizadores pela nossa derrota! Faz-me rir (sic)... O jogo esfriou pros dois times. Se o Avaí parou por 15 minutos, o Figueira também parou! Se todos os problemas do Avaí fossem os sinalizadores, impediríamos a entrada deles e seríamos campeões do Mundial Interclubes!

Lição: é preferível ficar quieto ao invés de falar besteira.

3-5-2?

Alguém avisa que esse esquema é usado quando os alas são ofensivos e ajudam o meio de campo (who?) a criar oportunidades... O esquema de ontem era 8-0-2. Os oito de trás lançavam por cima do buraco, no caso, o zero, e rezavam (sim, oremos!) pra bola chegar aos pobres coitados dos nossos atacantes. Vejamos, os três zagueiros, OK, estavam lá. Dois atacantes, OK também. Mas, e os cinco que deveriam estar no meio?

Marcinho Guerreiro cumpre seu papel, muito bem, obrigada, mas ontem ficou tão atrás – como todo o time que estava retrancadíssimo – que mais um passo tava dentro do gol. Diogo Orlando, coitado, fedeu mais do que cheirou (mas se ele é ruim a culpa de quem o escala). Do Marquinhos não podemos falar com medo de represália – mas, cá entre nós, só joga quando tá afim e não dá pra esperar pelo bom humor do craque do time. Alguém explica pra ele o papel que ele cumpre no Avaí, além de capitão, é ídolo, ontem era dia pra mostrar isso, mas ele preferiu se esconder... Ousaria até dizer que era uma mensagem subliminar pro nosso treinador mandar uma ajuda pra ele, mas não funcionou. Julinho, o único que chegou perto de cumprir sua função só não o fez por causa da retranca. Com um DO inoperante ele tinha que ajudar na marcação, aí não rola né. E o que dizer de Gustavo? Ele até agora quer entender porque ainda é escalado na lateral.

Lição: não inventar. Cada macaco no seu galho. Tenho medo de encontrar o Pastor Malafaia improvisado na ala direita (este nome foi escolhido aleatoriamente, para ilustrar, sem intolerância ou julgamentos religiosos).

Os zumbis de azul e branco

“É um time sem alma”, disse meu tio, Maurício Gil (perdoem a rima). Exato. Como diz o ilustríssimo Galvão Bueno: “é coração no bico da chuteira, amigo”. Mas os jogadores pareciam estar disputando um amistoso. Onde foi parar a raça, no maior clássico de SC? Marquinhosavaiano, capitão, líder e porta-voz que é –, não deu nenhum grito de ânimo e incentivo com seus companheiros. Aliás, o jogo dele se amornou junto com os outros. Os atletas corriam atrás dos seus marcadores num esquema “me marca que eu não quero receber a bola”. Clássico é a oportunidade de ouro para o jogador ganhar simpatia da torcida, mostrar que merece ser titular. Neste último, eu dava banco pra metade do time. Poucos merecem meu respeito.

Lição: agarrem a oportunidade com afinco, ela pode ser a última (mas relaxa que não será, porque o treinador é o Silas e ele sempre dá a milésima chance).

Erros de Silas

Ele é o erro em pessoa. Só pelo fato de ser treinador do Avaí. Outro é a falta de humildade em não assumi-lo. Seria muito mais digno do que ficar dando desculpas esfarrapadas que só nos irritam e fazem crer que o nosso treinador nos tira por burros.

Se errar duas vezes é burrice, na enésima é o que? Paralisia, aneurisma, acefalia? Que tipo de treinador não conhece seu próprio elenco, suas limitações, as possibilidades de mudança, etc... Pois o nosso não sabe.

Ele não sabe que Diogo Orlando é limitado. Ele não sabe que Felipe mal jogou pelo Avaí e que em dia de clássico não dá pra fazer testes. Ele não sabe que Marquinhos estava trotando em campo e que Estrada não só deveria jogar, como foi chamado pela torcida. Ele não sabe que para que a bola chegue ao ataque ela precisa passar por um meio de campo eficiente. E por não saber disso, ao invés de um meia, colocou mais um atacante e queimou uma substituição. Ele não sabe que contra um time ofensivo que é o Figueirense, o contra-ataque é uma arma. E por não saber disso escalou os jogadores mais lentos que tinha nas mãos – salvo somente Julinho, pobre garoto. Quantas vezes ele partiu na correria e quando chegou no ataque parou pra esperar o bando que vinha se arrastando atrás? O nosso técnico não sabe também que os chuveirinhos na área ainda não surtiram efeito e não surtirão mais, chega de dar murro em ponta de faca.

Lição: Coerência manda lembranças.

Mas passou. Futebol é isso aí, uma caixinha de surpresas. Um dia a gente perde, no outro a gente ganha. Eles foram mais felizes. Com certeza. Agora é levantar a cabeça. Nós temos uma boa equipe. Temos outro confronto no final de semana. Vamos buscar os três pontos e conseguir a classificação. É isso aí.

Maria Luíza Gil


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Justiça presente registra 9 ocorrências em Clássico

O clássico na Capital disputado entre Avaí e Figueirense, na tarde do último domingo (3/4), no estádio da Ressacada, com um público de 13 mil torcedores, motivou trabalho intenso aos integrantes do projeto Justiça Presente, iniciativa do Tribunal de Justiça – em parceria com outras instituições - que busca garantir paz e tranquilidade nas praças esportivas catarinenses.

Foram nove termos de audiência realizados, com o envolvimento de 12 torcedores. As ocorrências variaram entre desacato a autoridade, uso de sinalizadores no interior do estádio, porte de entorpecentes e vias de fato. As transações penais, quando aceitas, envolveram punições como a suspensão do direito de o torcedor assistir de dois a 10 jogos do time pelo qual torce, inclusive jogos da série A do Campeonato Brasileiro.

Apenas um torcedor não aceitou proposta de transação penal, e teve seu caso encaminhado ao Juizado Especial Criminal da Comarca da Capital, para as providências cabíveis. Tratava-se de uma ocorrência de desacato a autoridade. Outro caso que acabou arquivado, em atenção a pedido do próprio Ministério Público, envolveu um policial que, acompanhado de seus filhos, foi cercado por integrantes de uma torcida organizada e, em legítima defesa sua e de terceiros, efetuou um disparo de arma de fogo para o alto.




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Fotos do Clássico












Fotos: Tiago Albuquerque

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Torcidas Organizadas: O mal do futebol moderno

As “Torcidas Organizadas” hoje são o mal do futebol moderno. A extinção do futebol família e o êxodo das crianças aos estádios se devem e muito a este tipo de torcedor que torce somente por si e não pelo seu clube.

Hoje essas torcidas são responsáveis pela maioria das ocorrências policias nos estádios, além de muitas delas estarem ligadas diretamente ao tráfico de drogas, aliciamento de menores neste mesmo ramo entre outros atos escusos. O problema é que muitas delas ainda têm o apoio das diretorias dos clubes e a grande maioria nem sequer paga ingresso para entrar nos estádios.

E quem paga a conta? O torcedor que paga a sua mensalidade em dia é claro! O pior de tudo não é pagar esta mensalidade salgada que é cobrada do torcedor Avaiano todo mês, mas sim ainda ser julgado pelos atos de torcedores inconseqüentes que matam, atiram pedras, batem em torcedores adversários simplesmente pelo fato de estarem com a camisa de um time rival. Isso é não respeitar a vida. Um cidadão que faz uma coisa destas não tem família e muito menos coração.

Este é o momento do torcedor Avaiano tomar consciência de que os atos feitos por terceiros, mesmo que os verdadeiros torcedores Avaianos não tenham culpa e muitas vezes nem como evitar estes atos, tem repercussão em todos os torcedores Avaianos. Esta é a hora de repudiarmos todo e qualquer ato que denigra a nossa imagem. O torcedor Avaiano merece respeito, e os “falsos torcedores” que paguem pelos seus atos. Já estamos cansados destes tipos de incidentes, PAZ nos estádios já!





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A batata ta assando...


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Fotos do Clássico por Jamira Furlani




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Buracos no elenco Avaiano

Um torcedor/leitor comentou hoje no blog falando que a culpa das perdas de Silas não são diretamente dele. Que Benazzi tem culpa, por ter ele montado o elenco no começo do ano. Hora até concordo com o nobre leitor, mas não tiro a culpa de Silas não. Até porque quem insiste com determinados jogadores do elenco Avaiano é ele. Veja as comparações:

Diogo Orlando: Um jogador fraco, que só sabe marcar, não sabe sair jogando, é limitadíssimo nos passes e não ajuda em nada o setor ofensivo mesmo jogando de segundo volante. Opções para substituição: Batista / Fabiano / Acleison.

Gustavo: Pra mim é o cone do time. Não marca, não corre, não cruza, não chuta, não faz uma jogada de efeito e raramente joga com raça. Até a minha vó jogaria melhor que ele na lateral direita, mas quem escala é o Silas. Opções para substituição: George Lucas (Lesionado, só deve retornar a equipe no inicio do brasileiro) / Felipe. OBS: Infelizmente eu não sei o que se passa na cabeça dos dirigentes do Avaí. Deixaram o Patrick ir embora, jogando um futebol de alto nível para ficar no banco do Atlético-MG e me trazem um jogador machucado que nem sequer fez a sua estréia pelo Avaí, sendo que Patrick poderia ter permanecido na equipe? É muita incoerência!

A zaga: Desde a saída de Emerson que o Avaí não se encontra na zaga. Mesmo jogando com três zagueiros e dois volantes de marcação, tomamos gols bobos, nossa defesa vive desprotegida e não passa segurança para ninguém.

O buraco no meio de campo: A cobrança em cima de Marquinhos Santos tem sido grande, mas vou eximi-lo de toda a culpa. Na minha opinião o meio campo não rende porque Silas não quer um time que jogue pra cima. Falta um meia de ligação para jogar ao lado de Marquinhos. Ele é craque, falta um jogador de velocidade para ficar ao lado dele. Este jogador até já temos, Estrada, só não entendo ainda o motivo de ele não jogar.



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O maior público do ano na Ressacada?

É vergonhoso em um clássico o Avaí não conseguir botar a lotação máxima no estádio. Na minha opinião faltou força de vontade tanto do time querer vencer a partida, como da diretoria para ajudar o clube a sair com a vitória. Uma promoção de ingressos para motivar o torcedor seria o mínimo a se esperar de um time que até o momento não mostrou nada em campo. Mas você torcedor, o que achou do público do clássico? 13 mil pessoas está de bom tamanho?

Foto: Tiago Albuquerque

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Covardia fora das quatro linhas...

Neste domingo tive o desprivilegio de ver na Ressacada mais uma das inúmeras brigas que ocorrem em todos os clássicos. Alguns integrantes de uma torcida organizada do Leão tentaram agredir alguns torcedores do time adversários que estavam nos arredores da Ressacada tomando sua cervejinha com familiares sem prejudicar ninguém.

O mais vergonhoso foi ver a covardia da torcida Avaiana, que com cerca de 20 torcedores partiu para cima de um grupo de pessoas que nada fizeram contra eles ou qualquer outro Avaiano presente no local. Estavam lá com familiares curtindo o seu final de semana como qualquer pessoa normal.

O problema hoje é que temos que resgatar aquele tempo em que o futebol de domingo servia para reunir a família no estádio e não passar por isso em todo o clássico seja no estreito ou no carianos. Estamos no século 21 e a mentalidade desses retrógados não muda. No meu ponto de vista o torcedor é importante sim, para ajudar o clube em campo. Fora dele, violência só gera violência. Esse não foi o único fato lamentável do final de semana, as pedras atiradas em torcedores rivais também é um ato vergonhoso da nossa torcida e que deve ser punido.

O inexplicável é que mesmo com câmeras de segurança, todo o aparato tecnológico utilizado pelos clubes, o policiamento forte e toda a mídia sempre batendo na mesma tecla, os culpados nunca são punidos. Acho que falta pulso firme das autoridades para acabar com esse tipo de ocorrência, que nos dias atuais não cabem mais.

Nós do DeVirada somos contra a qualquer tipo de violência nos estádios!

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Esquenta do Clássico!


Mais uma vez a galera marcou presença no esquenta para o clássico. Queria agradecer todos que participaram desta festa, mesmo que o Avaí não tenha vencido, valeu o esquenta. Até o próximo!

Fotos: Tiago Albuquerque / Jamira Furlani

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Silas, pede pra sair!

O fato é simples e a imagem é só uma ilustração da minha revolta, nada contra os crentes. Silas hoje não teve pulso forte para botar o time no ataque. Seus pupilos não jogam há tempos e não torcedor que entenda os motivos para os mesmos estarem sempre entre os titulares.

O esquema formado hoje por Silas foi de chorar. Jogar em casa um clássico com três zagueiros e dois volantes de marcação contra uma equipe que toca bem a bola e não ganhar uma bola no meio campo? E o Estrada não joga neste time será? Falta futebol?

Sinceramente, não sei os motivos das preferências de Silas por estes certos jogadores ou por este esquema que no Avaí não dá certo. As mudanças não ocorrem no Avaí e o time vai de mal a pior. Como Silas é cabeça dura, não vejo outra saída. Ou ele muda ou pede pra sair!

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Desorganização 0x1 Wilson

Na primeira etapa de jogo, o Avaí não teve uma atuação brilhante, mas mostrou um bom futebol. As melhores chances foram do time da casa, que acabaram parando nas defesas do goleiro do time tricolor do estreito.
Já no segundo tempo, após o jogo ficar parado por 15 minutos pela fumaça das arquibancadas, o Avaí voltou sonolento, abriu espaço e, na única chance clara do tricolor do estreito em todo o jogo, sofreu um gol depois de um pombo sem asas de Reinaldo.
Após este gol, o Avaí voltou a ter mais posse de bola, porém sem chances mais agudas de gol.
A torcida, pedia o óbvio: a entrada do jogador Estrada, mas Silas não queria ouvir.
O jogo morno continuou, como se o Avaí, agora já mais lento em campo, estivesse contente com a derrota. Eram jogadores se arrastando em campo ou chutando que nem moças quando podiam.
E a nossa principal jogada? O já conhecido chutão da defesa pro ataque ou o chuveirinho pra grande área.
Aí, fica difícil...
Foto: Cristiano Andujar

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Clássico, está chegando a hora!

A ansiedade já domina meu ser neste momento. Não consigo tirar meu foco do jogo de domingo. Se algum Avaiano falar que não quer ver a vitória do Leão amanhã diante do nosso co-irmão, pode ter certeza que Avaiano não é.

O Clássico é um campeonato a parte, ganhar um jogo como este é como ganhar na mega sozinho. O time que vencer sai com moral para levar o segundo turno e o campeonato, e a vitória neste jogo é mais do que importante tanto para Avaí como para o Figueirense.

Aposto todas as minhas fichas no Leão, mesmo esperando uma retranca ferrenha do nosso "treinador", acredito muito que os jogadores Avaianos neste domingo vão se doar e ganhar este jogo. É o passaporte para o Avaí levar o Catarinense.

Domingo é vencer ou vencer. Outro resultado neste momento para uma equipe que no papel é a melhor do estado e que até o momento não mostrou metade do futebol que pode apresentar é pouco. Se tiver a metade da raça do primeiro clássico leva os três pontos. Mas você torcedor, o que espera do clássico de amanhã?

Vai pra cima deles Leão!

foto: infoesporte

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ROF é proibido pela PM

O que foi proibido pela PM:

- Sinalizadores
- Piscas
- Fumaças
- Papel Higienico
- Papel Picado
- Isopor picado

OBS DO BLOG: No momento achei melhor não comentar este fato, até porque acho uma falta de respeito com o torcedor Avaiano, pois no primeiro clássico a torcida alvirosada teve os sinalizadores liberados e agora que o jogo será na Ressacada é sempre essa história...

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Clássico, clássico e mais clássico...

Jogamos no meio da semana contra o fraco time de Ipatinga-MG e não convencemos novamente. Não sei se por culpa do esquema tático, da chuva ou do uniforme branco, o que deu pra perceber foi, mais uma vez, a falta daquele espírito guerreiro no time do Avaí, com algumas ressalvas, é verdade. O placar elástico aconteceu por ter sido uma noite inspirada da dupla de ataque avaiana e uma noite infeliz do goleiro adversário, cujos frangos agradecemos. Redundarei no fator Estrada”, pois o cara entra na partida e em poucos minutos consegue correr e dividir mais bolas do que uns e outros que estavam desde o começo.

Agora é Florianópolis inteira em clima de clássico no melhor estádio de Santa Catarina e o equilíbrio entre otimismo/pessimismo é grande. Ninguém arrisca em vitória folgada para qualquer lado - salvo um ou outro do lado de lá que pensa (?) que vai pra Abu Dabi no ano vem.
De certo é que não temos desfalques tão importantes e o jogo deve ser pegado do primeiro ao último minuto, ou seja, os volantes vão ter de trabalhar muito. Nosso ataque com Rafael Coelho e Willian é o ponto forte do Avaí e deve causar uma preocupação significante para o retranqueiro do treineiro deles, portanto abrir as jogadas para as laterais pode ser um caminho.

Com gente saindo pelo ladrão da Ressacada, espero que a vitória venha acompanhada de um futebol que solidifique o elenco avaiano como um dos melhores do sul do Brasil. E, caso o meia colombiano entre faltando os 15 minutos de sempre, que tire uma bola em cima da linha que daria a vitória para o Figayra, que faça dois gols e que dance o CRÉU no final da partida. Quem sabe assim o teimos... digo, Silas escale o hombre de titular dali pra frente.


Tássio Leonardo da Rocha.

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Domingo tem!

Como todos já sabem domingo é dia de Clássico e nada mais justo do que reunir os amigos para um belo churrasco. O DeVirada fará ao lado do restaurante do Avaí como sempre um churrasco para reunir o pessoal e fazer o aquecimento para o jogo mais importante e emocionante do ano. Quem quiser aparecer está convidado desde já, só levar sua caixa de cerveja e curtir o pré jogo junto com o Devirada.

Abraços a todos e até domingo!

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