Café com Brócolis, não. Transparência, sim.

O post do amigo Jorge Jr. dividiu opiniões. Conforme postei nos comentários deste post do Anderson no dia de ontem, minha visão à respeito deste assunto é bastante simples:
Querer agradar a imprensa com mimos para que estes sejam condicionados à críticas favoráveis ao clube é condenável. É o mesmo que um político oferecer um "jantar festivo" e lá, oferecer vários banners, adesivos, tocar seu jingle e aí, falar de propostas concretas que é bom, nada. É mais ou menos esta a visão que temos do famoso "Café com Brócolis".
Mas por outro lado, como o próprio Jorge citou em seu post: "A transparência entre veículo de comunicação e fonte, no caso o clube, precisa existir." Para que isto ocorra, é necessário melhorar esta via de comunicação, que hoje, é praticamente nula entre veículos e clube. Aí, para que isto ocorra, é necessário chamar os interessados e abrir as portas. Neste momento, que não ofereça mimos, nem pastel de vento ou nem uma cerveja Belco quente sequer. O ponto não é se é um coquetel ou se é um churrasco, mas sim abrir as portas, quebrar um pouco daquela "casca".
No final, quem ganha é o clube (com sua imagem divulgada mais amplamente) e os jornalista/blogueiros, com maior volume de informação em mãos.
Arte: Mausé

4 comentários:

Alexandre Carlos Aguiar disse...

Bateu uma ingenuidade em algumas pessoas que deusolivre, o.
Quer dizer que o sujeito tem uma profissão, cujo objetivo é dar notícias, fazer análises críticas e formar opinião, num ambiente onde rivalidades e parcialidades são marcantes, toma cafezinho com biscoito com o foco de sua profissão, recebe agradinhos e presentinhos e ainda acha que pode sair de lá de sangue doce? Que não carregará nas costas um compromisso?
O que houve ali está muito longe de ser uma "abertura de portas", um sinal de transparência. Houve um mensalão radiofônico, dos bons.
Os jornalistas vão se manter imparciais e isentos depois disso?
Ah, tá, Papai Noel existe e mora na Laponia.

Fábio Fejaum disse...

Alexandre,

Vamos tentar mais uma vez. Vou no control+c, control+v mesmo, porque estou com preguiça: "O ponto não é se é um coquetel ou se é um churrasco, mas sim abrir as portas, quebrar um pouco daquela "casca"."

Este é o ponto que precisa levado em consideração pelo Avaí. Apenas isso. O resto é "achismo" ou problemas com interpretação de textos.

Anônimo disse...

È não tem jeito mesmo! O Figueirense voltou a ser o grande clube de SC. Parece que o gas do avai acabou, e isso ocorreu já no ano passado. Diretoria azurra, copiar coisas boas não é feio!. Patético é achar-se o maioral quando todas as evidencias mostram o contrário. A diretoria do Figueirense volta a botar o Avai no bolso. Basta observar que o Figueira incorporaou profissionais na condução do clube. No Avai só tem curiosos, interesseiros, e afilhados de diretores, para não dizer filhos.

Eduardo disse...

pow... é necessário sim...

Negócios são negócios.... bater de frente ou brigar com imprensa só tende a piorar o avaí... gastar uns 5mil num jantar pro avaí é bába... O retorno que isso pode ter nos negócios é excelente....

Não se quer comprar opinião, mas traze-los à uma nova visão pra dentro de campo né....

Postar um comentário